9 de novembro, é uma data histórica para o mundo. Dia em que as primeiras marretas tocaram forte o muro de Berlin, uma das divisões mais vergonhas do século 20 e na história do mundo.
O Muro de Berlim foi uma barreira física, construída pela Alemanha Oriental durante a Guerra Fria, que circundava toda a Berlim Ocidental, separando-a da Alemanha Oriental, incluindo Berlim Oriental. Este muro, além de dividir a cidade de Berlim ao meio, simbolizava a divisão do mundo em dois blocos ou partes:

República Federal da Alemanha, que era constituído pelos países capitalistas encabeçados pelos Estados Unidos; e República Democrática Alemã, constituído pelos países socialistas simpatizantes do regime soviético.
Construído na madrugada de 13 de Agosto de 1961, dele faziam parte 66,5 km de gradeamento metálico, 302 torres de observação, 127 redes metálicas electrificadas com alarme e 255 pistas de corrida para ferozes cães de guarda.
Este muro provocou a morte a 80 pessoas identificadas, 112 ficaram feridas e milhares aprisionadas nas diversas tentativas de o atravessar. O Muro de Berlim começou a ser derrubado na noite de 9 de Novembro de 1989 depois de 28 anos de existência.
Tome-se este exemplo para ma reflexão de quantos muros as pessoas erguem diariamente à sua volta, sejam os muros físicos, de cimento, tijolos ou outro material ou muros invisíveis, barreiras psciológicas, que marcam muito mais os desafetos.
Vizinhos erguem enormes muros porque não se suportam, às vezes por tolices como um cachorro bravo ou uma espiada na conversa alheia. Mulheres e homens erguem muros e impedem a felicidade de se aproximar, trazendo um amor ou uma companhia para os dias de solidão.
Erguemos barreiras para nossos filhos, tentando impedir relacionamentos, sofrimentos e derramemento de lágrimas. As familias erguem enormes muros ao redor de suas casas, com cercas elétricas em cima, para evitar a invasão da bandidagem.
Nossa sociedade está cheia de muros de Berlin. Pequenos, médios e enormes. Mas são muros muito mais fáceis de serem derrubados. Basta um olhar, um gesto e pronto: lá estará, no chão imaginário, estatelada a intolerância, esparramado o preconceito e formosa e pura, nasce a esperança de um mundo melhor, sem muros…

Elas vão conversar sobre o que afeta tanto a mulher moderna no relacionamento sexual, como mostra pesquisa do Hospital das Clínicas.você pode participar por e-mail, na hora do programa, enviando perguntas e comentários para 



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