A violência na escola

13 11 2008

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O Caso Belenzinho

 

Conversei hoje no programa Manhã Bandeirantes com o chefe de gabinete da Secretaria de Educação, Farnando Padula, sobre os acontecimentos na escola da zona leste, com brigas e depredações. As aulas foram suspensas e até domingo a escola ficará fechada para arrumação dos estragos feitos em janelas, portas, carteiras escolares e até fechaduras. Ele disse que o Conselho da Escola deve se reunir nas próximas horas, para decidir o que acontecerá com os briguentos. Pode ser advertência, suspenção ou transferência do local.

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P – É verdade que os professores se trancaram numa sala com medo de apanhar dos alunos.

FP – Não é verdade. Eles se reuniram para saber que posição tomariam diante da evolução da baderna.

P – O Sindicato dos Porfessores diz que 87% dos professores da rede já sofreram algum tipo de violência.

FP – Não aceitamos esse índice. Nossos relatórios mostram 120 ocorrências em 2007 e 90 neste ano.





Políticos:O amor é lindo, enquanto dura.

13 11 2008

 

Manifestações interessantes do ministro Ayres Brito, presidente do Tribunal Superior Eleitoral e o deputado federal Regis de Oliveira, sobre a decisão de cassar os infiès deputados que ficam pululando de partido.

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AYRES – Não pode o homem ser eleito por um partido e tirar o time de campo, colocar o mandato embaixo do braço e simplesmente dizer…o partido que se lixe.

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REGIS - O que não tem sentido é passar de libertinagem total para amarração total. Nenhum relacionamento neste país (hummmm) é perfeito. Nem o relacionamento matrimonial, que, supostamente, é baseado no amor, é duradouro.





JG – Jornal dos Gaiatos

13 11 2008

 

O gaiato Aníbal Fernandes Filho, lá Praia do Capricórnio – Caraguatatuba, entrou na gaiatice:

 

“Há semanas você vive falando que caiu a bolsa aqui, que cai a bolsa ali, que caíram as bolsas acolá, que vão cair todas as bolsas, que estão caindo as bolsas no mundo inteiro.

Caramba! Mas aonde? Tô numa pindaíba desgraçada, ando procurando e não acho nenhuma, nem cheia, nem vazia, pô!”